Blog Bariátrica


Video Bariátrica 10 anos.

Agora se encontram disponíveis os videos "Bariátrica 10 anos". Foram exibidos na confraternização e comemoração desta data em outubro/08.

Os links estão ao lado.

Convido todos a assitir.

 



Escrito por Dr. Irineu Rasera às 11h27
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Fisioterapia Dermato Funcional em Bariátrica

Atualmente o aumento na procura de tratamentos dermato funcionais no pós-operatório de cirurgia Bariátrica tem sido bem frequentes em nossa rotina de trabalho. Esses tratamentos visam a manutenção do peso, redução de medidas, melhora da imagem corporal, auto-estima e principalmente o aumento na qualidade de vida. 

Estes tratamentos são propostos a partir de uma avaliação, onde é analisada a expectativa do indivíduo e suas necessidades. As principais técnicas utilizadas são:

Drenagem Linfática Manual é uma técnica de massagem, que age no sentido de ativar, limpar, regular e nutrir os tecidos. A realização da drenagem linfática periodicamente renova o líquido intersticial, renova a capacidade de autodefesa e auto purificação do corpo.

Estimulando o sistema linfático a trabalhar num ritmo mais acelerado, a drenagem linfática manual, através de uma pressão suave, elimina o excesso de líquido e as toxinas das células, contribuindo no processo de emagrecimento, combate a celulite e gordura localizada, coadjuvante no pré e pós-operatório de cirurgia plástica reparadora e linfedema.

A drenagem linfática deve ser realizada por fisioterapeutas ou profissionais especializados em anatomia e fisiologia do sistema linfático, para que não haja nenhum risco para o paciente.

Objetivos:      Tornar esse período mais agradável

- Diminuição da dor

- Diminuição do edema

- Promover uma cicatriz de boa qualidade

- Prevenir complicações

Massagem Modeladora é uma técnica de massagem realizada através de uma pressão de moderada a forte e num ritmo rápido. A massagem modeladora dá ênfase nas regiões mais acometidas pelo excesso de gordura e celulite, como os glúteos, coxa, panturrilha, abdome e braços, e tem por objetivo principal a diminuição de medidas e melhora do aspecto da pele "casca de laranja".

Estes tratamentos podem ser realizados de 2 a 3 vezes por semana com avaliações periódicas de 5 em 5 sessões.

 

 

 

Ft. Ms. Elisane Rossin Pessotti Pacheco

 



Escrito por Elisane Pessotti às 11h52
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Apoio para a cirurgia

 

 

Na semana passada, conversando com um grupo preparatório para a cirurgia surgiu o tema que trago para este primeiro artigo: o apoio recebido pelo paciente para a cirurgia, ou a falta deste.

Esse é um tema delicado, que desperta muitos sentimentos nos pacientes: tristeza, desapontamento, inconformismo ou alegria, segurança, conforto. E que, por vezes, se torna um tema recorrente.

Muitas pessoas ainda são contra a cirurgia, criticam quem pretende se submeter a ela, e por vezes nossos pacientes ouvem a frase: “Você vai fazer a cirurgia? Você é louco?”

O primeiro ponto que talvez seja importante pensar é o grau de importância daquela pessoa na sua vida, o grau de conhecimento que ela tem sobre a cirurgia e a obesidade e estar consciente de suas motivações próprias para buscar esse procedimento.

Muitos dos que criticam a cirurgia provavelmente são leigos no assunto, desconhecem os malefícios da obesidade, apresentam falas preconceituosas, tanto com a cirurgia como pela própria obesidade. São os que acreditam que a pessoa só não emagrece por “falta de vontade, esforço”, que vêem a cirurgia como a opção mais fácil a seguir ou com a mera função de estética. Obesidade mórbida é uma doença que pode acarretar em outros problemas graves de saúde e ela não está vinculada simplesmente com o fato de a pessoa querer ou não fazer mudanças alimentares. 

Mas para além da obesidade mórbida como doença (que dá assunto para um outro artigo), voltemos à questão do apoio.

Todos sabemos o quanto é importante receber incentivo numa decisão tomada, ouvir palavras amistosas e motivadoras, principalmente quando falamos numa cirurgia que irá trazer grandes mudanças nos hábitos, estilo de vida. No entanto, não é sempre desse modo que as coisas acontecem. E, falando das pessoas significativas (aquelas das quais receber o apoio é fundamental para o paciente), não há como desligar o fator medo. Medo do processo cirúrgico, de possíveis riscos e complicações, medo do pós-operatório, das restrições alimentares, de que não consiga dar conta das mudanças necessárias. É o momento em que essas pessoas se perguntam e, por conseguinte questionam o paciente se ele realmente precisa da cirurgia.

            Trabalho muito com meus pacientes a questão do auto-apoio, de fazer a cirurgia por si, estar consciente de suas necessidades, das suas buscas e desejos, entrar em contato com seus próprios medos.

            O auto-apoio é fundamental, mas considerando que somos seres em relação, também é importante ter pessoas ao redor que compreendam e respeitem esta opção, desta forma, incentivo que os pacientes dialoguem com as pessoas que consideram significativas, próximas, que eles julgam serem importantes nesse momento. Verbalizar suas necessidades, dores físicas e psíquicas trazidas pelo excesso de peso e as conseqüentes limitações aproxima o outro de si, possibilita que ele partilhe de suas sensações e sofrimento. O que precisa estar sempre em foco é que emagrecer não é simplesmente estética, mas principalmente a busca de saúde, qualidade de vida e de bem estar.

Analis Santos - Psicóloga



Escrito por Analis às 21h55
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